ROSAS VERMELHAS
(Autoria: Antônio Dirceu) 

Como tecidos bordados por hábeis mãos
São as rosas vermelhas plantadas no meu jardim
Suas pétalas caem e se espalham pelo chão
Prenúncio de um grande amor que chegaria ao fim

Piso nesse carpete vermelho
Das mesmas rosas que murcharam
Esfarrapadas, perdendo a cor, o cheiro
Que outrora minhas lágrimas as orvalharam.

Voltam a eflorescer e aos poucos desabrocham
Sobre os espinhos crivados na dor da incerteza
Os meus olhos tímidos e imersos miram
Encantados pelo ciclo próprio da natureza.

Voltastes, oh! Minhas tão esperadas rosas vermelhas
Devolvestes-me a vida, trouxestes-me a esperança
Deveras ao meu imo, envolto por centelhas.

Como as rosas morro, nasço, e sobrevivo de ilusão
Perdido entre os mais distantes arbustos de refúgio
Rosa! Onde estás?
Rosa... minha sublime paixão.

 
 


 

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